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De acordo com matéria do Estadão, cinco anos após diversos escândalos ligados a corrupção, muitas empresas passaram a não só gastar milhões com Compliance e empregar centenas de pessoas para garantir a ética nos negócios, como também, começaram a condicionar o pagamento de bônus dos executivos ao cumprimento de metas de integridade.  Muitas gratificações chegam a até 50% do pagamento.

Desde a criação da Lei Anticorrupção, os setores de Compliance estão crescendo e as empresas estão sendo obrigadas a mudar, portanto, estão criando programas de ação, com “metas tangíveis”. Esse processo vai se aprofundar por meio da participação de entidades de cada setor da economia. Segundo especialistas, as falhas primeiro afetam a área onde ocorreu, porém podem afetar toda a empresa, caso a imagem dela seja atingida.

"Quem não tiver ética, em cinco anos, estará fora do mercado", afirmam os executivos. Portanto, não funciona um programa para inglês ver. Não basta gastar dinheiro com funcionários, prever estímulos e treinamentos, se o conselho da empresa não fiscalizar e participar ativamente do processo. Diante desse cenário, a AEERJ segue fomentando a cultura de intregridade e trabalhando para incentivar a ética nas ações.

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