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2018
O Dia - - 09/Mai/2018

AEERJ na coluna "Infraestrutura e Negócios" do jornal O Dia

Nesta quarta-feira, 09/05, estreou no jornal O Dia, seção Economia,  a coluna "Infraestrutura e Negócios", assinada pelo presidente executivo da AEERJ, Luiz Fernando Santos Reis. A coluna será um espaço quinzenal dedicado a falar sobre assuntos de interesse da Cidade do Rio de Janeiro e das empresas do setor de infraestrutura. O intuito é formentar a discussão de como retornar o crescimento e os empregos no Estado do Rio de Janeiro. "Menos Empregos" é o título do primeiro artigo publicado na edição de hoje, no qual o presidente executivo aponta o que a crise no setor de infraestrutura, mola mestra na geração de empregos no Rio de Janeiro e no país, vem causando a população. Leia abaixo o artigo na íntegra.

"Menos Empregos"

Dizer que o Estado do Rio vive uma crise econômica sem precedentes não é novidade, mas o que talvez poucos saibam é que a crise que afeta o setor de infraestrutura é muito mais profunda. E isso é facilmente demonstrado se olhamos um dos mais importantes indicadores do setor: a geração de empregos.

A construção de infraestrutura sempre foi a mola mestra na geração de empregos no Rio e no país. E os números deixam claro a tragédia fluminense. O estado passou a um patamar inferior a 2006. Enquanto no Brasil a queda do número de postos de trabalho entre março de 2017 e março de 2018 foi de 3,9%, no Rio chegou a 11%.

Perdemos 87 mil postos entre 2014 e março de 2018. Como estamos falando de empregos diretos, isso significa que, no mínimo, 87 mil famílias ou cerca de 350 mil pessoas perderam fontes de receita. É importante lembrar que, hoje, face às convenções coletivas assinadas entre sindicatos patronais e laborais, as empresas são obrigadas a fornecer vale-transporte, alimentação e em muitos casos planos de seguro saúde. Para 87 mil chefes de família, isso acabou.

Por outro lado, vemos no município centena de obras paradas, que, além de trazer benefícios à população, gerariam empregos. São obras de saneamento, urbanização, programas em comunidades carentes, bairros maravilhas, clínicas da família, entre muitas outras que se deterioram à espera de melhor planejamento da prefeitura.

É fundamental o trabalho do Tribunal de Conta do Município (TCM), que baixou recomendação que não se inicie nenhuma obra nova enquanto não se conclua o que já começou, bem como o da Câmara dos Vereadores, que criou comissão para analisar as que estão paradas. É importante que fique claro que obras públicas não "são propriedade" do governante. Depois de iniciadas, pertencem à população e precisam ser finalizadas.

O estoque de obras inacabadas é imenso. São mais de R$ 1,5 bi para a retomada e que gerariam imediatamente quase cinco mil empregos, além, é claro, dos benefícios para população.

Luiz Fernando Santos Reis é presidente executivo da Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro



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